Maria Fumaça: esse trem tem história

 

Ao som de Adoniram Barbosa, Gonzaguinha, marchinhas de Carnaval e muita animação, os passageiros da Maria Fumaça partem em direção a Jaguariúna. O trem de estilo antigo, com janelas de madeira e um tanto quanto nostálgico vai dando forma aos olhos dos novos passageiros.

Em Campinas, de onde ele parte, dá pra ver os antigos carros, um que servia de enfermaria e, infelizmente, os que não passam de sucata. A paisagem vem acompanhada de música, animação e, sobretudo, ansiedade. O cheiro da pipoca, as fotos antigas na bilheteria, a maquete empoeirada. Essa é inspiração para meu post de hoje.

 

 

 

 

Linha de histórias

Programa familiar que conta a história de um Brasil que muitos ouviram falar e que agora quem quiser pode ter a oportunidade de conhecer. Tudo acontece ali, a bordo de um trem reformado, com direito a lanchonete, guia de passeio e uma simpática banda “retrô”.

O trajeto Campinas-Jaguariúna (interior de São Paulo) dura, em média, três horas e meia, entre ida com paradas em algumas estações para fotos, uma visita pela estação turística de Jaguariúna e a volta. Durante a viagem, um guia mostra as fazendas, as histórias das estações e algumas curiosidades sobre o passeio. Outra atração fica por conta da natureza: belíssimas paisagens, rios, fazendas e muitos cumprimentos daqueles que vêm o trem do quintal de casa.

Na chegada ao destino, casais “vestidos à moda antiga” recepcionam os turistas que passam pela feirinha de artesanato e comem a “famosa” empada de bacalhau. É de dar água na boca. Também dá até pra tirar foto vestida a caráter dentro dos trens.

 

 

Na volta, tem todo tipo de lembrancinha – lápis, camiseta, adesivo, botons. E, ao longo de todo trajeto, muita música boa ao som da banda que embala o caminho e faz, literalmente, a gente viajar no tempo.

Gostou? Tem mais informações no site mariafumacacampinas.com.br

 

Boa viagem! ^^

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